O milho era fermentado nas Américas milênios antes da chegada da cevada europeia; condenado pelo movimento craft americano sob um dogma de pureza importado, hoje se reabilita como ingrediente de terroir.
Uma equipe da Universidade Tecnológica de Chalmers desenvolveu um material de construção biodegradável feito de fermento de padeiro, alginato de algas, celulose de madeira e glicerol vegetal — imprimível em 3D à temperatura ambiente, sem aquecimento, sem estruturas de suporte e sem desperdício.
Em 1976, a La Zaragozana lançou a Ambar SIN, a primeira cerveja sem álcool da Espanha. Cinquenta anos depois, o país lidera o consumo europeu com 14% do mercado. A história do inventor, do rótulo azul e do caminho de 4.000 garrafinhas ao estrelato.
Em 2013, um homem de 61 anos chegou ao pronto-socorro de um hospital no Texas com um nível de álcool no sangue de 0,37 g/dL. Afirmava não ter bebido nada. A equipe médica não acreditou nele, já que 0,37 g/dL equivale a consumir, de uma só vez, quase dez pints padrão.
Suas denominações de origem, a riqueza de seus curados e defumados, bem como a variedade regional — da cozinha atlântica galega à pastelaria levantina — oferecem um território enorme para explorar os princípios da harmonização com cerveja.
A história da ciência está cheia de personagens que trabalharam nas sombras, longe dos holofotes acadêmicos, mas cujas contribuições acabaram transformando disciplinas inteiras. William Sealy Gosset é um desses casos.
Cada etapa do processo de produção de cerveja é muito relevante, mas a mosturação é a fase onde os açúcares fermentáveis são extraídos, definindo não apenas o potencial alcoólico da cerveja, mas também seu corpo, aroma e sabor.
A produção de cerveja, que historicamente tem usado flores de lúpulo para alcançar seu equilíbrio de conservação e amargor, assiste hoje a uma transformação estrutural impulsionada pela ciência dos ingredientes alternativos.
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Uma das experiências mais estranhas que você pode ter em uma noite de cervejas acontece em Gante, Bélgica. Você entra em um bar de aparência medieval, pede uma caneca e, em vez de abrir a carteira para pagar, o garçom pede que você tire o sapato.
O acrônimo foi popularizado em 2004 por Patrick J. McGinnis em um artigo para a revista da Harvard Business School, onde descreveu a profunda ansiedade derivada da exclusão de redes de influência e eventos sociais.
No início do século XVIII, Londres não era a capital refinada que a literatura vitoriana sugeriria mais tarde; era uma metrópole em pleno crescimento, superlotada e faminta, cenário do que os historiadores chamam de ‘a loucura do gin’.