O álcool suprime o sono REM na primeira metade da noite e o dispara na segunda, gerando sonhos vívidos, microdespertares e descanso fragmentado. O que a ciência diz.
Uma hidratação superior no verão parece um alívio. Mas o corpo leva a conta de outra forma. A cerveja ativa um mecanismo fisiológico preciso que faz você perder mais água do que ingere. Não é um mito, é hormônio. O…
Um estudo de junho de 2026 detecta peptídeos imunorreativos de cevada em cervejas rotuladas como sem glúten que cumprem o limite de 20 ppm mas podem ativar a doença celíaca.
Em 2013, um homem de 61 anos chegou ao pronto-socorro de um hospital no Texas com um nível de álcool no sangue de 0,37 g/dL. Afirmava não ter bebido nada. A equipe médica não acreditou nele, já que 0,37 g/dL equivale a consumir, de uma só vez, quase dez pints padrão.
O alcoolismo não é apenas um problema de vontade ou hábito; é uma condição profundamente enraizada na neurobiologia, na história pessoal e no sofrimento emocional não resolvido.
O termo “arroto de lúpulo” é usado habitualmente para descrever um fenômeno peculiar de arrotos rápidos e frequentes que experimentamos após consumir cervejas com alto teor de lúpulo.
A ideia de que a cerveja limpa os rins é um mito enraizado em muitas culturas, especialmente em países com tradição cervejeira.
O consumo regular de cerveja afeta o desenvolvimento de doenças da próstata, como a hiperplasia prostática benigna (HPB) ou o câncer de próstata? Pode haver algum efeito positivo no tecido prostático decorrente do consumo moderado de cerveja?
Essa fórmula é dividida em duas fases: antes de dormir e ao acordar, com o objetivo de maximizar a recuperação e minimizar os efeitos negativos do álcool.
Este ecossistema, formado por bilhões de microorganismos que residem no trato digestivo, é fundamental para inúmeras funções fisiológicas, como a digestão, a síntese de nutrientes, a resposta imunológica e a produção de serotonina.
Nossos antepassados bebiam cerveja, mas também o faziam os sumérios, que a preparavam há mais de 5.000 anos e até tinham uma deusa dedicada a ela chamada Ninkasi.
Um estudo recente publicado na Nature Medicine analisou dados de 184 países e revelou que as bebidas açucaradas contribuíram com 2,2 milhões de novos casos de diabetes tipo 2 e 1,2 milhão de novos casos de doenças cardiovasculares em 2020.