A Igreja Católica mantém com o álcool uma relação estruturada em três planos: o vinho sacramental regulado pelo Direito Canônico, o Vaticano como mercado de consumo privilegiado e as marcas monásticas — das autenticamente produzidas por monges às que exploram apenas a estética religiosa. Entender essas diferenças muda a forma de olhar para rótulos como Chimay, Leffe, Chartreuse e Buckfast.
As coisas mudaram muito em um mundo predominantemente dominado pelos homens, como têm sido as cervejarias das Abadias Trapistas nas últimas décadas.
Westvleteren 12 (XII) Abt. é quase um mito da cervejaria moderna, considerado há anos em rankings e publicações como uma das melhores cervejas do mundo.